Equipe da Plazza participa de Congresso no ABC

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A equipe da Plazza Realty Brasil participou, no último dia 22, do congresso Construindo o ABC, realizado pela ACIGABC (Associação dos Construtores Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) e o Secovi-SP.

As gerentes de produtos Zarif Píspico e Vania Santos foram duas integrantes da equipe da Plazza Realty que marcaram presença. Puderam acompanhar, pelo perspectiva de especialistas, os desafios do mercado imobiliário regional, análises sobre a economia brasileira, precificação de imóveis, alternativas de crédito e financiamento imobiliário, além de estratégias empresariais.

Para Zarif , o evento foi de extrema importância, até mesmo  pelo momento difícil do País e a necessidade da troca de informações para enfrentar os obstáculos. “Nos mostraram várias ideias, experiências e informações para os próximos meses, que nos ajudarão a traçar estratégias neste cenário atual”, revela.

Vale ressaltar que a Plazza Realty está sempre atenta a programas de qualificação voltados aos profissionais do setor e alerta sua equipe para a importância de estar sempre bem informada e atualizada com novas tendências, que farão diferença no relacionamento com incorporadores e clientes.

Congresso Construindo o ABC acontece dia 22 de outubro em São Caetano

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A ACIGABC (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) e o Secovi-SP já estão nos ajustes finais para a edição do evento Construindo o ABC, congresso que já faz parte da agenda anual da região e reúne os líderes do setor para troca de conhecimentos e debates sobre tendências do mercado imobiliário. O evento está agendado para o dia 22 de outubro, das 8h às 17h, no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano.

 

Com o tema “Desafios do mercado imobiliário regional em um cenário de transformação”, o congresso trará renomados líderes do setor que apresentarão dados sobre a força do mercado imobiliário do Grande ABC, análises sobre a economia brasileira, precificação de imóveis, alternativas de crédito e financiamento imobiliário além de estratégias empresariais. A grande novidade deste ano fica por conta do painel que debaterá o futuro das cidades do Grande ABC, com a presença de representantes dos municípios que compõem a região. A programação completa do evento pode ser conferida através do site www.acigabc.com.br/construindoograndeabc.

 

O Construindo o Grande ABC 2015 é uma realização da ACIGABC (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) e do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), com copatrocínio da Itelligence Group, Gerdau, ZAP Imóveis e Five Star, apoio do Instituto Mauá de Tecnologia, Esteves Metais e C&C Casa & Construção, apoio de mídia do Portal VGV, Editora Pini e ABC Imóvel e organização da agência Marketing SIM.

As vagas são limitadas e as inscrições já podem ser realizadas através do sitewww.acigabc.com.br/construindoograndeabc.

Informações:
Evento: Construindo o Grande ABC
Data: 22/10/2015
Horário: 8h às 17h, com almoço no local
Local: Instituto Mauá de Tecnologia – Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul-SP
Inscrições obrigatórias pelo site: www.acigabc.com.br/construindoograndeabc 
Valor das inscrições:
R$ 50,00 (associados ACIGABC)
R$ 80,00 (não-associados ACIGABC)
Almoço, estacionamento, certificado de participação e material do evento incluso no valor da inscrição
VAGAS LIMITADAS

Comportamento do mercado Imobiliário pode mudar no segundo semestre

O comportamento do mercado imobiliário reflete a condição macroeconômica de um país, e, aqui no Brasil, não poderia ser diferente. O primeiro semestre foi marcado pela alteração do calendário produtivo em razão de alguns eventos, como Carnaval tardio, grande número de feriados e Copa do Mundo. Como resultado: queda nos lançamentos e na comercialização de unidades residenciais novas.

Fatores como estes fazem gerar especulações de que o país estaria vivendo a tão temida Bolha Imobiliária. Para Zarif Píspico Inteligência de Mercado e Gerente de Novos Negócios, com uma ampla vivência no mercado imobiliário, estamos longe de uma Bolha imobiliária.

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Não existe bolha imobiliária e setor ganhará força após a Copa, diz Ricardo Amorim

(SÃO PAULO) – O economista Ricardo Amorim, apresentador do programa “Manhattan Connection” da GloboNews, acredita que as pessoas que estão esperando pelo estouro de uma possível bolha imobiliária para comprar uma residência por um preço mais atrativo estão adotando uma estratégia equivocada. Durante o evento de lançamento da parceria entre a Bloomberg e o InfoMoney em São Paulo, Amorim disse que o setor imobiliário – e os preços dos imóveis – tendem a ganhar força após a Copa, já que muita gente que está adiando a decisão de compra por causa desse tipo de temor terá de rever essa posição, o que vai reforçar ainda mais a demanda. Leia a seguir os principais trechos da palestra realizada no escritório da Bloomberg, em São Paulo:

IMÓVEIS

Temos a sensação de que há uma bolha imobiliária no Brasil porque os preços subiram quatro ou cinco vezes desde o início da década passada. Mas não dá para comparar os preços atuais com os antigos porque antes não havia crédito. Naquela época, só comprava imóvel quem tinha dinheiro para pagar à vista – ou seja, pouca gente. Mas agora há condições de financiamento bem mais favoráveis. Quando comparamos os preços brasileiros com os internacionais, a gente percebe que não há uma grande distorção. Comparei o preço dos imóveis com a renda da população e constatei que um brasileiro precisa gastar 13 anos de salário para comprar uma casa atualmente. Em uma lista com 123 países, o Brasil aparece apenas na 48ª posição nesse quesito. Outro forte indicador de que não há bolha imobiliária é que estudei quase 100 casos e percebi que nunca houve um estouro de bolha em um país onde o crédito imobiliário representasse menos de 50% do PIB. No Brasil, não chega nem a 10% do PIB. Há três anos que muita gente fala que a bolha imobiliária vai estourar depois da Copa. Então há uma enorme quantidade de brasileiros que está segurando a compra, pensando em aproveitar a queda dos preços quando ela ocorrer. Mas isso não vai acontecer. Depois da Copa vai ter a demanda natural de quem é comprador e vai ter a demanda de quem esperou o estouro de bolha que não veio. Então acho que o mercado imobiliário vai, na verdade, ganhar força depois da Copa – e isso não está na conta de ninguém.

CHINA

As pessoas falam muito da bolha imobiliária no Brasil, mas, nos próximos dois anos, a bolha que pode estourar é a chinesa. O Brasil constrói cerca de 400 mil residências por ano. Os Estados Unidos faziam cerca de 2,1 milhões de residências por ano antes do estouro da bolha imobiliária. Já a China construiu 22 milhões de moradias no ano passado. O número de chineses é 6,5 vezes maior que o de brasileiros, mas eles fazem 55 vezes mais casas. A outra bolha chinesa é a do crédito. No ano passado, 40% de todos os financiamentos via mercado de capitais foram para a China. Não sei quando essas bolhas vão estourar, mas uma hora vai acontecer e os impactos serão sentidos no mundo inteiro.

EUA

Os EUA podem se tornar o único motor da economia mundial se os emergentes continuarem desacelerando. O problema é que o número de companhias americanas que estão revisando suas projeções de lucro para baixo é o maior da história. Também não sei exatamente quando vai acontecer, mas acho que as Bolsas americanas, que estão quebrando recordes históricos, vão entregar os pontos no segundo semestre, ou no máximo no ano que vem.

BRASIL

O crescimento da economia brasileira decepciona há quatro anos. Mas não tem crise, tem letargia. A capa da “Economist” com o foguetinho brasileiro em parafuso foi mais uma correção do exagero anterior do Cristo Redentor decolando do que o prenúncio de uma grave crise. O FMI prevê que o Brasil vai crescer 1,8% neste ano. Eu acho que se chegar a 1% já será muito.

SETOR ELÉTRICO

O Brasil tem criado seus próprios problemas. O setor elétrico brasileiro ia bem. O governo fez um diagnóstico correto de que a energia era cara. Mas a forma escolhida para enfrentar o problema foi equivocada. O governo poderia baixar um pouco todos os impostos e encargos sobre a conta de luz. Eles até fizeram um pouquinho disso. Mas a principal medida foi baixar na marra o valor das tarifas. Só que isso reduziu a rentabilidade do setor. Os empresários engavetaram novos investimentos, e a oferta parou de crescer no ritmo de antigamente. Paralelamente a demanda aumentou devido aos preços mais baixos. Para piorar, não choveu. Agora quem pode salvar é o El Niño, que tem 70% de chance de ocorrer nos próximos meses e levar a mais chuvas no Sul e no Sudeste. A Dilma deu tanta sorte que já está chovendo mais no Sul, mas não no Sudeste. Então a falta de água em São Paulo vai ficar toda na conta do governador Geraldo Alckmin.

GOVERNO

O governo deu sinais de que acha que o empresário ganha demais. Ele usou os bancos públicos para forçar a queda dos juros nos bancos privados. Ele obriga a Petrobras a trabalhar com prejuízo na área de abastecimento. Ele quer que as empresas de mineração paguem mais impostos. Só que aí o empresário se retrai. Como o consumo continua em alta, as importações sobem. Então o dólar sobe. Quando há aumento de demanda sem aumento de oferta, os preços ficam pressionados. Aí o Banco Central eleva os juros, o crédito fica mais caro, o consumo perde força e a expectativa de crescimento do PIB diminui.

INFLAÇÃO

A inflação está alta e grávida. Os preços administrados terão de subir após as eleições porque os governos vêm represando todo tipo de tarifa pública há dois anos. A conta deverá ser parcelada porque, se subir tudo de uma vez, a inflação das tarifas pode chegar a 14% em 2015.

INDÚSTRIA E VAREJO

O bicho está pegando principalmente na indústria. Temos problemas de qualificação de mão de obra, infraestrutura, ambiente de negócios e burocracia. Já o varejo vai bem. Desde 2004, a indústria cresce abaixo do PIB e o varejo se expande a um ritmo superior ao do PIB. Desde 2008, a indústria não consegue sustentar seu crescimento. A produção da indústria hoje é menor do que era em 2008.

ELEIÇÃO

A política econômica terá de mudar, independente de quem ganhe a eleição. Será necessário adotar medidas que favoreçam a produção. O resultado da eleição está completamente em aberto. Uma pesquisa recente mostrou que 40% dos eleitores não conhecem o Eduardo Campos [pré-candidato do PSB] e que 22% nunca ouviram falar do Aécio Neves [PSDB]. Até a Dilma 1% dos brasileiros diz desconhecer. Eu não sei em que país essas pessoas vivem.

MAIS ESTRANGEIROS

Vamos ver cada vez mais estrangeiros trabalhando no Brasil. Já temos visto o aumento até mesmo do número de imigrantes trabalhando ilegalmente no Brasil. Pode parecer que não faz sentido um gringo acordar um belo dia e chegar à conclusão que a solução para seus problemas é trabalhar no Brasil. Mas o país criou 18 milhões de empregos formais nos últimos 10 anos. É muito mais do que os Estados Unidos criaram no período. Na Grécia, 85% dos jovens entre 18 e 25 anos não têm emprego. Na Itália e na Espanha, esses indicadores também são altíssimos. São pessoas que ganham menos que a gente e que estão mais bem preparados que nós. Então haverá um grande fluxo não apenas de trabalhadores mas também de empresas e produtos para o Brasil.

EMPREGO

O mercado de trabalho virou. O número de empregos formais criados em maio foi o menor para o mês em 22 anos. Mas a imprensa faz um trabalho muito ruim ao divulgar os números de desemprego no Brasil. De cada 100 brasileiros em idade economicamente ativa, 44 não trabalham nem procuram emprego. Três procuram emprego e não acham. E os outros 53 trabalham. Mas a taxa de desemprego que a gente vê nos índices oficiais é de 3 a cada 53 brasileiros, 5%, o que parece ótimo. Mas o que a mídia deveria falar e o que o governo deveria fazer é trabalhar para que parte dos outros 44 que não trabalham nem procuram fossem incorporados ao mercado de trabalho. É lógico que, entre esses 44, há gente que está estudando ou aposentado e que não deveria trabalhar mesmo. Mas deveria haver incentivo para que uma parte dos demais se transformasse em trabalhadores.

10 PONTOS DE OTIMISMO E OPORTUNIDADES SOBRE O FUTURO DO BRASIL

Provavelmente, a economia do Brasil tenha que piorar antes de melhorar. Mas não faltam motivos para ser otimista com o futuro do país no longo prazo:

1) A infraestrutura tem muito a crescer. A China constrói a cada ano mais infraestrutura que toda infraestrutura que o Brasil possui;

2) Temos o pré-sal, mas a Petrobras está com a corda no pescoço. Vamos resolver isso porque a Petrobras precisa explorar logo essas reservas. O consumo de petróleo nos países desenvolvidos cai a cada ano. A demanda é sustentada pelos emergentes. Então o governo vai ter que criar condições para acelerar a produção;

3) O consumo das famílias cresce mais do que o PIB quase todo ano desde 2004, fazendo com que o comércio também cresça mais do que PIB. Neste ano o aumento das vendas do varejo deve desacelerar para algo próximo a 3%. Mas ainda assim é um crescimento acima do PIB;

4) O superávit do agronegócio aumentou de US$ 10 bilhões para US$ 90 bilhões nos últimos 10 anos. Nenhum país tem mais área cultivável disponível que o Brasil. E o mundo quer consumir os alimentos que a gente pode produzir;

5) O interior do país deve continuar crescendo acima da média principalmente devido ao agronegócio e à mineração;

6) A educação vai continuar crescendo mais que o PIB no Brasil porque as pessoas agora têm mais condições para estudar. Todo o setor de saúde também vai crescer em ritmo mas acelerado que a média da economia brasileira, incluindo hospitais, laboratórios, redes de farmácias e planos de saúde. O que o governo não entrega o setor privado faz;

7) 20 milhões de brasileiros ingressaram nas classes A e B e 40 milhões de brasileiros ascenderam para a classe C nos últimos 8 anos. Essas pessoas não querem só comida. Elas vão consumir mais serviços de saúde, educação, transporte, energia e lazer.

8) Quase 30% das famílias brasileiras recebem o Bolsa-Família. No Maranhão, esse percentual chega a quase 60%. Então as regiões mais pobres do Brasil vão continuar crescendo acima da média das áreas mais ricas.

9) O setor de serviços consegue repassar preços porque ninguém aqui vai cortar cabelo na China mesmo que lá custe um décimo do que é cobrado aqui. Então esse segmento, que não importa competição externa, vai continuar crescendo mais rápido e com melhores margens que os demais.

10) O setor imobiliário vai continuar em alta de preços, ainda que não no ritmo dos últimos anos, e o volume de vendas deve se recuperar no segundo semestre, no ano que vem e, principalmente, a partir de 2016.

Fonte: InfoMoney

DADOS APONTAM PARA ACELERAÇÃO DO MERCADO IMOBILIÁRIO

Artigo publicado no Portal InfoMoney: dados apontam para aceleração do mercado imobiliário e afastam de vez qualquer especulação sobre crise ou bolha imobiliária | InfoMoney

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/blogs/direito-imobiliario-em-foco/post/3157919/dados-apontam-para-aceleracao-mercado-imobiliario-afastam-vez-qualquer-especulacao?fb_action_ids=1495094260716987&fb_action_types=og.recommends

Como será o mercado imobiliário em 2014

A cada novo ano, somos convidados a fazer um exercício de futurologia sobre as expectativas do setor imobiliário. Normalmente, essas previsões são arriscadas.

 

Para 2013, previmos um crescimento em torno de 10% a 15%. Entretanto, fomos positivamente surpreendidos. Conforme a Pesquisa Secovi, de janeiro a outubro do ano passado, e em comparação com igual período de 2012, as vendas de imóveis residenciais na cidade de São Paulo cresceram 31%. Os lançamentos tiveram alta de 24% e o VGV foi 41,4% maior.

 

Esse resultado mostrou que o setor soube avaliar corretamente a demanda e ofertar produtos adequados. Exemplo disso foi o grande sucesso dos lançamentos de unidades de um dormitório ou estúdios, que conquistaram o público interessado em investir ou em morar perto do trabalho.

 

Quanto às perspectivas, 2014 é um ano complicado para avaliações. Copa do Mundo e eleições criam um ambiente diferente daqueles aos quais estamos acostumados. Se por um lado a Copa poderá causar certa diminuição nos negócios, durante sua realização, o fato de termos eleições provavelmente fará com que o governo se empenhe para que a economia seja dinamizada.

 

Diante disso, poderíamos apostar em mais um ano de crescimento para a indústria imobiliário, talvez entre 5% e 10%, o que será positivo não só para o nosso mercado, mas para a economia brasileira.

 

A entrada em vigor do novo Plano Diretor Estratégico (PDE), que traz diretrizes interessantes, como a possibilidade de maior adensamento ao longo dos corredores de transporte de massa, é medida fundamental para minorar o problema da falta de mobilidade, mas seus impactos no mercado somente se farão sentir a partir de 2015.

 

Embora sem efeitos imediatos, isso vem ao encontro de teses há tempos defendidas pelo Secovi-SP, no sentido de promover um adensamento inteligente e criar novos modelos de ocupação urbana, que diminuam os deslocamentos na cidade.

 

Diante desse cenário, o mercado imobiliário terá de ser ainda mais criativo para manter um bom desempenho, aliando o respeito às regras a produtos que encontrem demanda entre os moradores da cidade.

 

É preciso ter sempre em mente que a demanda é ampla e assim também é a gama de produtos a ser colocados no mercado, que devem se adequar aos regramentos legais, aos anseios da população e às necessidades da cidade.

 

Assim, a inteligência imobiliária será decisiva para adaptar o produto imobiliário a aspectos como a limitação do número de vagas nos empreendimentos e novos modelos de interação entre a rua e os edifícios.

 

Já tivemos a oportunidade de expor ao prefeito Fernando Haddad que o ideal seria estimular o uso do transporte público e não restringir o uso dos carros. Parecem coisas iguais, mas não são. Se o governo municipal puder otimizar nossa não tão adequada rede de transporte público, redistribuindo linhas, ofertando mais ônibus, fazendo dos corredores efetivamente linhas de “metrô sobre pneus” e outras ideias que podem ser desenvolvidas, o uso do carro será desestimulado.

 

De toda forma, é preciso conhecer profundamente os anseios dos compradores e estruturar empreendimentos voltados para esse público disposto a usar menos o carro.

 

O mercado trabalha para atender necessidades. São Paulo precisa de 30 mil novas unidades a cada ano. E manter o equilíbrio entre oferta e demanda, como forma de conter a elevação dos preços, é uma das principais funções sociais da indústria imobiliária.

 

Fonte Secovi-SP – Artigo de Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação

Nova empresa do Grupo Plazza inicia atividades

O Grupo Plazza, que conta com a Plazza Realty Brasil, especializada em comercialização de lançamentos, e a Plazza Pronto, focada na venda de imóveis terceiros, anuncia o início da operação da Prospect, empresa que passa a ser uma geradora de novos negócios para construtoras e incorporadoras. A notícia já é destaque em diversas mídias. Veja uma delas no Portal ABC do ABC. http://www.abcdoabc.com.br/abc/noticia/abc-paulista-tem-nova-forca-mercado-imobiliario-16388