Plazza Realty parabeniza MBigucci por prêmio da Isto É Dinheiro

A diretora da Plazza Realty, Valéria Corrêa, esteve na sede da construtora MBigucci para parabenizar esta importante parceira pelo prêmio Melhores da Dinheiro na categoria Melhor Construtora de Capital Fechado oferecido pela Revista Isto É Dinheiro. No evento, o presidente da construtora, Milton Bigucci, recebeu o prêmio das mãos de Joaquim Levi, Ministro da Fazenda.

Para Valéria Corrêa, este prêmio só mostra a força do mercado imobiliário do Grande ABC que é berço de grandes construtoras, como a MBigucci, além de ser uma região com enorme potencial para novos empreendimentos.

 

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Não existe bolha imobiliária e setor ganhará força após a Copa, diz Ricardo Amorim

(SÃO PAULO) – O economista Ricardo Amorim, apresentador do programa “Manhattan Connection” da GloboNews, acredita que as pessoas que estão esperando pelo estouro de uma possível bolha imobiliária para comprar uma residência por um preço mais atrativo estão adotando uma estratégia equivocada. Durante o evento de lançamento da parceria entre a Bloomberg e o InfoMoney em São Paulo, Amorim disse que o setor imobiliário – e os preços dos imóveis – tendem a ganhar força após a Copa, já que muita gente que está adiando a decisão de compra por causa desse tipo de temor terá de rever essa posição, o que vai reforçar ainda mais a demanda. Leia a seguir os principais trechos da palestra realizada no escritório da Bloomberg, em São Paulo:

IMÓVEIS

Temos a sensação de que há uma bolha imobiliária no Brasil porque os preços subiram quatro ou cinco vezes desde o início da década passada. Mas não dá para comparar os preços atuais com os antigos porque antes não havia crédito. Naquela época, só comprava imóvel quem tinha dinheiro para pagar à vista – ou seja, pouca gente. Mas agora há condições de financiamento bem mais favoráveis. Quando comparamos os preços brasileiros com os internacionais, a gente percebe que não há uma grande distorção. Comparei o preço dos imóveis com a renda da população e constatei que um brasileiro precisa gastar 13 anos de salário para comprar uma casa atualmente. Em uma lista com 123 países, o Brasil aparece apenas na 48ª posição nesse quesito. Outro forte indicador de que não há bolha imobiliária é que estudei quase 100 casos e percebi que nunca houve um estouro de bolha em um país onde o crédito imobiliário representasse menos de 50% do PIB. No Brasil, não chega nem a 10% do PIB. Há três anos que muita gente fala que a bolha imobiliária vai estourar depois da Copa. Então há uma enorme quantidade de brasileiros que está segurando a compra, pensando em aproveitar a queda dos preços quando ela ocorrer. Mas isso não vai acontecer. Depois da Copa vai ter a demanda natural de quem é comprador e vai ter a demanda de quem esperou o estouro de bolha que não veio. Então acho que o mercado imobiliário vai, na verdade, ganhar força depois da Copa – e isso não está na conta de ninguém.

CHINA

As pessoas falam muito da bolha imobiliária no Brasil, mas, nos próximos dois anos, a bolha que pode estourar é a chinesa. O Brasil constrói cerca de 400 mil residências por ano. Os Estados Unidos faziam cerca de 2,1 milhões de residências por ano antes do estouro da bolha imobiliária. Já a China construiu 22 milhões de moradias no ano passado. O número de chineses é 6,5 vezes maior que o de brasileiros, mas eles fazem 55 vezes mais casas. A outra bolha chinesa é a do crédito. No ano passado, 40% de todos os financiamentos via mercado de capitais foram para a China. Não sei quando essas bolhas vão estourar, mas uma hora vai acontecer e os impactos serão sentidos no mundo inteiro.

EUA

Os EUA podem se tornar o único motor da economia mundial se os emergentes continuarem desacelerando. O problema é que o número de companhias americanas que estão revisando suas projeções de lucro para baixo é o maior da história. Também não sei exatamente quando vai acontecer, mas acho que as Bolsas americanas, que estão quebrando recordes históricos, vão entregar os pontos no segundo semestre, ou no máximo no ano que vem.

BRASIL

O crescimento da economia brasileira decepciona há quatro anos. Mas não tem crise, tem letargia. A capa da “Economist” com o foguetinho brasileiro em parafuso foi mais uma correção do exagero anterior do Cristo Redentor decolando do que o prenúncio de uma grave crise. O FMI prevê que o Brasil vai crescer 1,8% neste ano. Eu acho que se chegar a 1% já será muito.

SETOR ELÉTRICO

O Brasil tem criado seus próprios problemas. O setor elétrico brasileiro ia bem. O governo fez um diagnóstico correto de que a energia era cara. Mas a forma escolhida para enfrentar o problema foi equivocada. O governo poderia baixar um pouco todos os impostos e encargos sobre a conta de luz. Eles até fizeram um pouquinho disso. Mas a principal medida foi baixar na marra o valor das tarifas. Só que isso reduziu a rentabilidade do setor. Os empresários engavetaram novos investimentos, e a oferta parou de crescer no ritmo de antigamente. Paralelamente a demanda aumentou devido aos preços mais baixos. Para piorar, não choveu. Agora quem pode salvar é o El Niño, que tem 70% de chance de ocorrer nos próximos meses e levar a mais chuvas no Sul e no Sudeste. A Dilma deu tanta sorte que já está chovendo mais no Sul, mas não no Sudeste. Então a falta de água em São Paulo vai ficar toda na conta do governador Geraldo Alckmin.

GOVERNO

O governo deu sinais de que acha que o empresário ganha demais. Ele usou os bancos públicos para forçar a queda dos juros nos bancos privados. Ele obriga a Petrobras a trabalhar com prejuízo na área de abastecimento. Ele quer que as empresas de mineração paguem mais impostos. Só que aí o empresário se retrai. Como o consumo continua em alta, as importações sobem. Então o dólar sobe. Quando há aumento de demanda sem aumento de oferta, os preços ficam pressionados. Aí o Banco Central eleva os juros, o crédito fica mais caro, o consumo perde força e a expectativa de crescimento do PIB diminui.

INFLAÇÃO

A inflação está alta e grávida. Os preços administrados terão de subir após as eleições porque os governos vêm represando todo tipo de tarifa pública há dois anos. A conta deverá ser parcelada porque, se subir tudo de uma vez, a inflação das tarifas pode chegar a 14% em 2015.

INDÚSTRIA E VAREJO

O bicho está pegando principalmente na indústria. Temos problemas de qualificação de mão de obra, infraestrutura, ambiente de negócios e burocracia. Já o varejo vai bem. Desde 2004, a indústria cresce abaixo do PIB e o varejo se expande a um ritmo superior ao do PIB. Desde 2008, a indústria não consegue sustentar seu crescimento. A produção da indústria hoje é menor do que era em 2008.

ELEIÇÃO

A política econômica terá de mudar, independente de quem ganhe a eleição. Será necessário adotar medidas que favoreçam a produção. O resultado da eleição está completamente em aberto. Uma pesquisa recente mostrou que 40% dos eleitores não conhecem o Eduardo Campos [pré-candidato do PSB] e que 22% nunca ouviram falar do Aécio Neves [PSDB]. Até a Dilma 1% dos brasileiros diz desconhecer. Eu não sei em que país essas pessoas vivem.

MAIS ESTRANGEIROS

Vamos ver cada vez mais estrangeiros trabalhando no Brasil. Já temos visto o aumento até mesmo do número de imigrantes trabalhando ilegalmente no Brasil. Pode parecer que não faz sentido um gringo acordar um belo dia e chegar à conclusão que a solução para seus problemas é trabalhar no Brasil. Mas o país criou 18 milhões de empregos formais nos últimos 10 anos. É muito mais do que os Estados Unidos criaram no período. Na Grécia, 85% dos jovens entre 18 e 25 anos não têm emprego. Na Itália e na Espanha, esses indicadores também são altíssimos. São pessoas que ganham menos que a gente e que estão mais bem preparados que nós. Então haverá um grande fluxo não apenas de trabalhadores mas também de empresas e produtos para o Brasil.

EMPREGO

O mercado de trabalho virou. O número de empregos formais criados em maio foi o menor para o mês em 22 anos. Mas a imprensa faz um trabalho muito ruim ao divulgar os números de desemprego no Brasil. De cada 100 brasileiros em idade economicamente ativa, 44 não trabalham nem procuram emprego. Três procuram emprego e não acham. E os outros 53 trabalham. Mas a taxa de desemprego que a gente vê nos índices oficiais é de 3 a cada 53 brasileiros, 5%, o que parece ótimo. Mas o que a mídia deveria falar e o que o governo deveria fazer é trabalhar para que parte dos outros 44 que não trabalham nem procuram fossem incorporados ao mercado de trabalho. É lógico que, entre esses 44, há gente que está estudando ou aposentado e que não deveria trabalhar mesmo. Mas deveria haver incentivo para que uma parte dos demais se transformasse em trabalhadores.

10 PONTOS DE OTIMISMO E OPORTUNIDADES SOBRE O FUTURO DO BRASIL

Provavelmente, a economia do Brasil tenha que piorar antes de melhorar. Mas não faltam motivos para ser otimista com o futuro do país no longo prazo:

1) A infraestrutura tem muito a crescer. A China constrói a cada ano mais infraestrutura que toda infraestrutura que o Brasil possui;

2) Temos o pré-sal, mas a Petrobras está com a corda no pescoço. Vamos resolver isso porque a Petrobras precisa explorar logo essas reservas. O consumo de petróleo nos países desenvolvidos cai a cada ano. A demanda é sustentada pelos emergentes. Então o governo vai ter que criar condições para acelerar a produção;

3) O consumo das famílias cresce mais do que o PIB quase todo ano desde 2004, fazendo com que o comércio também cresça mais do que PIB. Neste ano o aumento das vendas do varejo deve desacelerar para algo próximo a 3%. Mas ainda assim é um crescimento acima do PIB;

4) O superávit do agronegócio aumentou de US$ 10 bilhões para US$ 90 bilhões nos últimos 10 anos. Nenhum país tem mais área cultivável disponível que o Brasil. E o mundo quer consumir os alimentos que a gente pode produzir;

5) O interior do país deve continuar crescendo acima da média principalmente devido ao agronegócio e à mineração;

6) A educação vai continuar crescendo mais que o PIB no Brasil porque as pessoas agora têm mais condições para estudar. Todo o setor de saúde também vai crescer em ritmo mas acelerado que a média da economia brasileira, incluindo hospitais, laboratórios, redes de farmácias e planos de saúde. O que o governo não entrega o setor privado faz;

7) 20 milhões de brasileiros ingressaram nas classes A e B e 40 milhões de brasileiros ascenderam para a classe C nos últimos 8 anos. Essas pessoas não querem só comida. Elas vão consumir mais serviços de saúde, educação, transporte, energia e lazer.

8) Quase 30% das famílias brasileiras recebem o Bolsa-Família. No Maranhão, esse percentual chega a quase 60%. Então as regiões mais pobres do Brasil vão continuar crescendo acima da média das áreas mais ricas.

9) O setor de serviços consegue repassar preços porque ninguém aqui vai cortar cabelo na China mesmo que lá custe um décimo do que é cobrado aqui. Então esse segmento, que não importa competição externa, vai continuar crescendo mais rápido e com melhores margens que os demais.

10) O setor imobiliário vai continuar em alta de preços, ainda que não no ritmo dos últimos anos, e o volume de vendas deve se recuperar no segundo semestre, no ano que vem e, principalmente, a partir de 2016.

Fonte: InfoMoney

A Copa do Mundo já começou por aqui!

A Copa do Mundo já começou aqui na Plazza Realty Brasil!! Já estamos em clima de festa e prontos para torcer muito pelo Brasil neste mundial que será realizado em nossa casa e começa no dia 12/06. Hoje, aliás, já é dia de começar a esquentar a voz com o amistoso do Brasil x Sérvia, às 16h, no estádio do Morumbi, em São Paulo. Nosso time, que faz bonito no mercado imobiliário, agora também quer fazer bonito na arquibancada apoiando a Seleção Brasileira. Dá uma olhada como está o nosso Salão de Ofertas. Vai Brasil!!!

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Lançamento Colours Parque Tiradentes

A equipe da Plazza Realty Brasil esteve no estande da Construtora Fortenge para trabalhar no lançamento do residencial Colours Parque Tiradentes. O empreendimento fica na Rua Tiradentes, 1837, no Bairro Santa Terezinha, em São Bernardo. São apartamentos de 2 dorms de 50 m2 e 53 m2. O Colours ainda conta com área de lazer com brinquedoteca, quadra de skate, playground, quadra coberta e salão de festa.

O Colours também se enquadra no programa Minha Casa, Minha Vida. Consulte nossos consultores para entender como aproveitar essa vantagem.

 

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Oferta Premiada Camargo Corrêa

A Camargo Corrêa realizou, no último dia 24, a Oferta Premiada na Plazza Realty Brasil. A gerente de novos negócios da Plazza Realty, Zarif, o Diretor Comercial da Plazza Realty, Jordan, e o coordenador comercial da Camargo Corrêa, Reinaldo Carreira, foram os responsáveis por coordenar a ação internamente. A campanha da Oferta Premiada premia os corretores que trabalham na oferta dos empreendimentos da Camargo Corrêa para clientes e investidores.

Toda a ação aconteceu no Salão de Ofertas da Plazza Realty. Os corretores que participaram da campanha concorreram a vale compras no Carrefour nos valores de R$ 10 até R$ 2000. Estivemos lá e conferimos o trabalho da equipe. Veja algumas fotos da Oferta Premiada Camargo Corrêa.

 

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Orlando Morando na sede da Plazza Realty Brasil

O deputado estadual, Orlando Morando, esteve presente ontem, dia 24, na sede da Plazza Realty Brasil, para palestra sobre a Linha 18 Bronze do Metrô que atenderá o Grande ABC. O evento teve como objetivo levar informações aos consultores da Plazza Realty sobre quais são as estações e cidades que serão contempladas. Orlando Morando afirmou que ainda neste primeiro semestre haverá a escolha do consórcio (grupo de empresas) que terão a concessão para construção da linha e também ressaltou que ainda este ano as obras devem começar.

A previsão para o término das obras é de quatro anos. Serão 13 estações que contemplarão as cidades de Santo André, São Bernardo e São Caetano. A linha estará interligada com as linhas da CPTM e EMTU, fazendo com que todas as cidades do Grande ABC se beneficiem deste novo braço de transporte público que cortará a região. Mais informações e detalhes da Linha 18 Bronze do Metrô podem ser adquiridas no www.orlandomorando.com.br.

Veja fotos do evento:

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Entenda o que é o IGP-M

O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP). É medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

Como é calculado o IGP-M?
Esse índice é formado pelo IPA-M (Índice de Preços por Atacado – Mercado), IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor – Mercado) e INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção – Mercado), com pesos de 60%, 30% e 10%, respectivamente. A pesquisa de preços é feita entre o dia 21 do mês anterior até o dia 20 do mês atual.

Esses indicadores medem itens como bens de consumo (um exemplo é alimentação) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção, entre outros). Entram, além de outros componentes, os preços de legumes e frutas, bebidas e fumo, remédios, embalagens, aluguel, condomínio, empregada doméstica, transportes, educação, leitura e recreação, vestuário e despesas diversas (cartório, loteria, correio, mensalidade de Internet e cigarro, entre outros).

O IGP-M mede a inflação para que parcela da população?
Abrange toda a população, sem restrição de nível de renda.

Para que é usado o IGP-M?
Contratos de aluguel, reajustes de tarifas públicas e planos e seguros de saúde (nos contratos mais antigos).

Fonte: Fundação Getulio Vargas (FGV)

Lançamento em Diadema neste sábado: ótima opção para morar e investir

No próximo sábado, 05/04, acontece o lançamento do Conquista Chácara dos Pêssegos, empreendimento residencial da Construtora MZM, em Diadema. Estaremos com toda a nossa equipe de consultores no plantão, localizado na Avenida Alda, 1550, no Centro, para apresentar mais esta excelente oportunidade. A cidade de Diadema passa por mudança estruturais importantes e tem atraído investimentos no segmento imobiliário e também novos moradores, que encontram ótimas opções de imóveis pela cidade e ajudam a movimentar comércio e serviços na região. Um dos exemplos recentes de que Diadema está também na rota de investimentos do Poder Público para melhora de infraestrutura foi o anúncio do governador Geraldo Alckmin de que está confirmada a extensão da Linha 17-Ouro do Metrô para a cidade.

Veja a matéria sobre o tema veiculada pelo jornal Diário Regional e entenda o motivo para você não deixar passar esta nova oportunidade de morar e investir em Diadema. Estamos esperando por você no Conquista Chácara dos Pêssegos.

Matéria Diário Regional de 06/02/2014:

DIADEMA – O governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou a extensão da linha 17-Ouro do metrô para Diadema. O projeto inicial previa a construção do trajeto entre Morumbi e Jabaquara, mas o tucano anunciou que aceitou o pedido do prefeito Lauro Michels (PV) para incluir a cidade no projeto. Segundo o governador, já foi dada a ordem para seja feito o projeto básico, mas não há data para a abertura de nova licitação que vai ampliar a futura linha do metrô. A previsão é que o traçado margeie a Rodovia dos Imigrantes, passando pela Vila Élida e encerrando o trecho no Terminal Diadema, no Centro. Ao todo, serão 5,6 quilômetros de monotrilho, que vão demandar R$ 1,4 bilhão de investimento.

“Nova licitação deve ser lançada da linha 17 (Ouro do metrô). Demos ordem para que seja feito o projeto básico e funcional, o primeiro passo. Em homenagem à cidade, vai coroar o sistema metroviário. O projeto funcional vai dizer qual será o melhor trajeto a ser utilizado, as avenidas, os locais de menor desapropriação”, destacou Alckmin, ontem (5), ao trazer a Diadema a segunda carreta do programa Mulheres de Peito.

O processo licitatório da linha 17 encerrou-se em 2011 e foi vencido pelo Consórcio Monotrilho Integração por R$ 3,1 bilhões. As obras até Jabaquara já foram iniciadas e o governador não revelou a previsão para a abertura da licitação para a extensão do trecho até o município.

Pane

Questionado sobre a pane que ocorreu terça-feira (4) na Linha 3-Vermelha do metrô depois de problema na porta de uma das composições, o que teria provocado tumulto e pânico dentro dos vagões, Alckmin atribuiu o problema à “sabotagem” de um grupo que chamou de “vândalos”.

“Infelizmente, foram acionados quase dez botões de emergência e houve um grupo de vândalos que invadiu a estação. Estamos identificando pelas câmeras de e pela segurança do metrô, porque era uma coisa que poderia ter sido resolvida em dez minutos. Quando as pessoas descem na linha, você tem que desenergizar, porque o terceiro trilho leva energia. Então, acabou prejudicando o sistema. Acho muita coincidência acionarem ao mesmo tempo os botões de emergência e estamos estudando a possibilidade de sabotagem”, revelou.

 

Caixa lança novo simulador de financiamento habitacional

A Caixa Econômica Federal lançou o novo simulador de financiamento habitacional, disponível no site do banco. Segundo a Caixa, a ideia foi apresentar um desenho mais simples e intuitivo, com maior facilidade no preenchimento dos dados e agilidade na resposta ao usuário.Fonte: Agência Brasil

Outro novidade é a opção de iniciar a simulação a partir da capacidade de pagamento. Com o preenchimento de apenas quatro campos, o novo simulador calcula o valor máximo de financiamento que o cliente pode tomar na Caixa, bem como o valor máximo de prestação que ele pode assumir. Caso prefira, o cliente pode ir direto para a simulação completa.

Em seguida o simulador apresenta sugestões de valores de financiamento e prazos compatíveis com este comprometimento mensal, auxiliando o cliente a definir o valor do imóvel a ser adquirido.

Após escolher o valor e o prazo, cliente deve confirmar o tipo e local do imóvel que deseja financiar, e inserir dados como: data de nascimento do proponente de maior idade; tempo de serviço, se tiver mais de três anos de trabalho sob regime do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); e se já foi beneficiado com algum subsídio da União.

Segundo o Caixa, as novas funcionalidades foram desenvolvidas com base em pesquisa realizada em sites de bancos nacionais e internacionais.

TREINAMENTO IMPACTUS

Hoje a equipe de corretores que trabalhará com o lançamento do Impactus, empreendimento residencial da MBigucci, participou de treinamento realizado na sede da Plazza Realty Brasil, em São Bernardo.

Durante o treinamento, o diretor da MBigucci, Robson Toneto, falou sobre os diferenciais do produto, que está localizado em Santo André, na Rua Lombroso, 211, no Parque Jaçatuba. O Impactus terá unidades de 2 dorm ou 3 dorm. (com 1 suíte), com áreas privativas de 50 a 61 metros quadrados. Contará com uma série de itens de lazer, como Playground, Piscinas Adulto e Infantil, Deck Molhado, Churrasqueira, Fitness, SPA e Sauna, entre outros.

Acompanhamos o treinamento e estamos certo de que este será mais um empreendimento de muito sucesso em vendas.

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